Há 13 anos, Ricardo Winicki, o Bimba, iniciava sua carreira no windsurfe. Um título mundial, dois pan-americanos e 12 brasileiros depois, o carioca ainda não se sentia um atleta profissional. A sensação de que faltava alguma coisa terminou em maio deste ano, quando ele procurou o Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e embarcou no projeto do laboratório científico da entidade. Com acompanhamento de uma equipe que faz avaliações constantes em esportistas de alto rendimento, Bimba já se sente mais preparado para enfim subir ao pódio olímpico, sonho que bateu na trave duas vezes, com o quarto lugar em Atenas-2004 e o quinto em Pequim-2008.

Divulgação/Divulgação- Quando eu voltei da China, ouvi muita gente dizendo que eu estava sem preparo físico. Não via a coisa dessa forma. Um português que treinou comigo escreveu um livro agora e disse que foi o período mais intenso na preparação dele. De todo modo, procurei o COB e disse que, se o problema era esse, eu estava à disposição para receber a ajuda que eles pudessem me dar. Por coincidência, o projeto do laboratório estava começando, aí eu topei na hora – disse o velejador da classe RS:X.